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19 DE JANEIRO DE 2016

Informática: atenção aos novos assuntos do programa

Informática: atenção aos novos assuntos do programa.

Com provas em maio, os candidatos a uma das 800 vagas do concurso para técnico do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) devem aumentar o rítmo da preparação. Dentro do conteúdo de Conhecimentos Básicos, Informática é um das disciplinas que serão cobradas. Em entrevista à FOLHA DIRIGIDA, o professor Luciano Antunes, dos cursos Academia do Concurso, Degrau Cultural, Cejuris e IMP-RIO, chamou a atenção dos concorrentes para a inclusão de alguns assuntos no programa do concurso, comparado com o anterior. 
 

“Os tópicos principais que foram atualizados e que os candidatos precisam ter mais atenção são a diferença entre o Windows 7 e 10, Segurança da Informação, a ideia de teclas de atalho e LibreOffice 4.X (Calc/Writer/Impress)”, destacou. Apesar da necessidade de os candidatos ficarem atentos a essas inclusões, o especialista disse que o conteúdo anterior não sofreu muitas alterações. “O novo programa apenas direcionou para alguns pontos. Ele foi quase todo mantido”, completou. 

O professor Luciano Antunes acredita que serão reservadas de sete a dez questões para Informática. Independentemente do quantitativo, ele destaca que o mais importante é ficar atento ao tempo de resolução de cada questão. “O grande problema é se o aluno não dominar o conteúdo programático. Meu conselho é dominar as disciplinas elementares, para gastar mais tempo fazendo as matérias Específicas e de Matemática. O tempo médio para cada questão é de um minuto e quarenta e cinco segundos”, ressalta. 
 

O fato de o Cespe (organizador) realizar a prova no sistema “certo ou errado”, e não no de múltipla escolha, deve ser encarado com naturalidade, sem medo ou receios. “Os candidatos que já estão acostumados a resolver esse tipo de exame, estão familiarizados com o modelo e não se assustam. A prática de exercícios é fundamental” afirma.  
 

Ainda sobre o estilo da banca, o professor afirma que o Cespe não costuma fazer pegadinhas. O que ele observa é a dificuldade do aluno em interpretar o que é pedido. “A organizadora valoriza muito a ideia do verbo, interjeções e etc. Pode prejudicar ter o conteúdo na mente, mas não ter boa interpretação. A diferença entre o verbo ‘ser’ e ‘estar’ é um bom exemplo”, apontou.

FONTE: Folha Dirigida.